“A China quer chegar a um acordo. Eles enviaram uma lista do que estão dispostos a fazer para se chegar a um compromisso”, afirmou Donald Trump.

O Presidente norte-americano considerou que o acordo “ainda não é aceitável”, mas manifestou confiança que “muito em breve” os dois países possam chegar a um entendimento.

Donald Trump acrescentou que está otimista que se possa chegar a um acordo para um comércio mais equilibrado e "recíproco" entre os dois países.

O Presidente norte-americano acusou Pequim de práticas comerciais desleais, exemplificando com subsídios, transferência forçada de tecnologias dos EUA para entrar no mercado chinês e "roubo" de propriedade intelectual.

Donald Trump exige de Pequim uma redução do défice comercial norte-americano de 200 mil milhões de dólares. Para compensar o desequilíbrio comercial, a administração norte-americana aumentou as medidas protecionistas.

Na terça-feira, o assessor económico da Casa Branca, Larry Kudlow, havia relatado uma redução nas tensões comerciais com a China e confirmou que o seu diferendo comercial seria discutido na reunião do G20, que vai decorrer na Argentina, no final do mês.

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