Durante a administração de Barack Obama, se, no seu browser, digitasse o endereço whitehouse.gov/lgbt, chegaria a uma página onde eram exibidas as maiores conquistas da última presidência no que toca a políticas viradas para os direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais).

Hoje, poucas horas antes de Donald J. Trump tomar posse como o 45º Presidente dos Estados Unidos da América, essa mesma página desapareceu. Se tentarmos aceder ao mesmo endereço esbarramos numa mensagem de erro : The requested page "/lgbt" could not be found (A página pedida não foi encontrada). Aliás, o separador do site dedicado aos direitos LGBT desapareceu totalmente.

Eventualmente, o utilizador regressa à página inicial do site onde é convidado a introduzir o seu e-mail e a “subscrever” as novidades do Presidente Donald Trump.

Mike Pence, o novo vice-presidente dos Estados Unidos, é uma figura bastante controversa dentro da comunidade LGBT, tendo ficado famoso o seu voto contra o The Employment No-Discrimination Act (Ato de Não Discriminação no Trabalho), uma medida que proibia a discriminação contra pessoas LGBT no seu local de trabalho. Para além de ser publicamente contra o casamento gay, que, nas suas palavras, classificou como um “colapso societal”.

Do lado oposto da barricada, Donald Trump, foi apoiado pela fação LGBT do partido Republicano que, na altura, o classificou como sendo ”provavelmente o candidato presidencial mais pro-LGBT na história do partido Republicano”.

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