Segundo um comunicado da Comissão Europeia, 1,5 mil milhões de euros foram desembolsados na sequência da avaliação positiva de Bruxelas a Kiev, nomeadamente nos progressos para garantir o uso transparente e eficiente dos fundos e da estabilização do sistema financeiro, entre outros critérios.

A verba do pacote AMF+ destina-se a ajudar a Ucrânia a continuar a pagar salários e pensões, mantendo em funcionamento serviços públicos essenciais como hospitais, escolas e habitação para os deslocados da guerra, a garantir a estabilidade macroeconómica e a restaurar infraestruturas críticas danificadas pela agressão russa, como as de energia, sistemas hidráulicos e redes de transporte. Um primeiro financiamento de três mil milhões de euros foi desembolsado em janeiro e Bruxelas continuará a enviar verbas ao longo de 2023.

Desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro de 2022, a UE já enviou 11,7 mil milhões de euros em programas de assistência macrofinanceira para a Ucrânia, disponibilizados através de empréstimos com condições muito favoráveis.

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