“Estes ataques odiosos contra jornalistas põem em evidência os imensos riscos que correm no exercício das suas funções”, afirmou a representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, em comunicado citado pela agência EFE.

Os mais recentes ataques ocorreram na segunda-feira em Cabul, onde um duplo atentado, alegadamente da responsabilidade do autodenominado Estado Islâmico, causou a morte a 25 pessoas, entre elas nove repórteres.

No mesmo dia, um repórter afegão da estação pública britânica BBC foi morto a tiro na província de Khost, no sudeste do Afeganistão, elevando para dez o número de jornalistas mortos na segunda-feira naquele país.

Na segunda-feira, a organização não-governamental Repórteres sem Fronteiras reforçou os apelos para a nomeação de um representante especial da ONU para os jornalistas.

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