Num comunicado, a UE “apela à libertação imediata” de Zambrano, assinalando que consideras “as autoridades relevantes responsáveis pela segurança e integridade” do detido.

“A detenção do vice-presidente da Assembleia Nacional, Edgar Zambrano, pela polícia secreta da Venezuela é mais uma violação flagrante da Constituição do país. É uma ação com a motivação política de silenciar a Assembleia Nacional”, refere o comunicado.

A UE nota ainda que “os direitos civis, a segurança e a imunidade parlamentar de todos os membros da Assembleia Nacional, incluindo o seu presidente, Juan Guaidó, devem ser reconhecidos e totalmente respeitados”.

Funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência da Venezuela (Sebin, serviços secretos) detiveram na quarta-feira o vice-presidente do parlamento, Edgar Zambrano, anunciou o próprio na sua conta do Twitter.

"Fomos surpreendidos pelo Sebin, como nos negámos a sair da nossa viatura, usaram uma grua para transportar-nos de maneira forçada diretamente ao Helicoide [prisão do Sebin]. Nós democratas vamos continuar a lutar", escreveu.

Na sexta-feira, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela acusou o vice-presidente do parlamento de vários crimes, como traição à pátria e conspiração, por ter apoiado uma tentativa de golpe de Estado contra o Presidente do país, Nicolás Maduro.

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