Em declarações à Lusa, Ilda Figueiredo notou que, naquela zona, junto à Igreja de Nossa Sra. D'Ajuda, na União de Freguesias de Lordelo do Ouro e Massarelos, a rua “tem grande movimento e não tem passeios do lado do bairro, obrigando as pessoas a circular pela estrada e criando problemas de segurança muito sérios”.

Na reunião camarária de terça-feira, a vereadora vai ainda indagar a maioria liderada pelo independente Rui Moreira sobre uma “desmatação de um terreno onde havia sobreiros”, ao lado do Centro Social, porque se trata de uma espécie protegida e “desvendou um maciço que se julga ser o antigo Forte do Pasteleiro”.

“Os moradores receiam que esteja prevista para ali alguma construção e querem que seja feito um estudo arqueológico”, observou.

Quanto ao bairro “velho” da Pasteleira, Ilda Figueiredo diz que “muitos blocos, que têm cerca de 60 anos, estão a precisar de reabilitação urgente”.

“A Câmara já fez alguma obra nos telhados, mas falta toda a reabilitação restante, de impermeabilização e arranjo dos blocos, das escadas e de uns taludes que ameaçam ruína devido à fragilidade da construção”, afirmou.

Segundo a vereadora, os espaços públicos do bairro precisam também de “um arranjo importante”, seja para criar “jardins, parques infantis ou estacionamento para os carros”.

“Nalguns casos, a degradação dessas zonas leva à concentração de ratos. Alguns moradores defendem a plantação de árvores”, disse.

Já no Bairro Social da Pasteleira – Torres Vermelhas, onde “uma boa parte das casas é dos moradores”, a vereadora revela que “os moradores pediram, há muito tempo, o arranjo dos passeios e das ruas”.

“A Câmara iniciou obras, mas o dono da empreitada disse que só iam arranjar as três ruas principais e não os passeios ou os acessos a pessoas com mobilidade reduzida”, observou.

Ilda Figueiredo deslocou-se ainda à União das Freguesias de Aldoar, Nevogilde e Foz para, nesta última zona, constatar a “ameaça de ruína” do muro de umas escadas junto à Capela Nossa Senhora da Conceição.

A vereadora passou ainda pelas ruas da Cerca, Padre Luís Cabral e Montebelo, também na Foz, onde “os moradores dizem que são precisas obras”.

Questionada pela Lusa, a Câmara do Porto não respondeu em tempo útil.

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