“Qualquer autarca que entre em funções numa Câmara Municipal sabe que os quatro primeiros anos são para começar a preparar projetos”, disse à agência Lusa Vítor Figueiredo, de 57 anos.

O autarca quer assim, num segundo mandato, tentar acabar aquilo que iniciou, até porque “os fundos comunitários vieram todos muito tarde”.

“Neste momento, temos uma série de obras para se iniciarem”, com fundos comunitários aprovados, frisou, exemplificando com os projetos do parque da cidade (1,4 milhões de euros) e das ruínas romanas (1,8 milhões de euros).

Vítor Figueiredo disse ainda ter fundos aprovados para uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e seus efluentes (quatro milhões de euros, em conjunto com Vouzela), para redes de saneamento por todo o concelho (cerca de três milhões de euros) e para o novo centro escolar em Vila Maior (400 mil euros).

“Quem lançou todas estas obras e trabalhou para que elas pudessem ser concretizadas teria todo o gosto em as finalizar”, sublinhou.

Nas eleições autárquicas de 2013, Vítor Figueiredo conseguiu roubar a presidência da Câmara de S. Pedro do Sul ao PSD. O PS conquistou quatro mandatos e o PSD três.

O derrotado foi Adriano Azevedo, que tinha sido a escolha do PSD após o impedimento do então presidente, António Carlos Figueiredo, de se recandidatar, devido à lei de limitação de mandatos.

Vítor Figueiredo era então presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro do Sul (desde 1998) e conseguiu convencer o eleitorado da necessidade de mudança para o PS.

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