Da Pensilvânia à Califórnia, passando pelo Oregon e Washington, centenas de pessoas saíram à rua para manifestar sua oposição à vitória de Trump sobre a candidata democrata Hillary Clinton.

A polícia disse que pelo menos 500 pessoas invadiram as ruas da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e nos seus arredores, alguns gritavam frases anti-Trump e outros cantando o slogan “Não é meu presidente!”.

Outras pequenas manifestações foram realizadas na Universidade da Califórnia, nos campus e nos bairros de Berkeley, Irvine e Davis, e ainda na Universidade Estadual de San Jose.

Em Oakland, mais de 100 manifestantes foram às ruas do centro da cidade. A KNTV-TV informou que os manifestantes queimaram uma efígie de Trump e quebraram janelas da redação do Oakland Tribune, incendiando ainda pneus e lixo.

A Patrulha Rodoviária da Califórnia diz que uma mulher foi atingida por um carro durante o protesto e ficou gravemente ferida.

No Oregon, dezenas de pessoas bloquearam o tráfego no centro de Portland e forçaram o atraso dos comboios em duas linhas. Relatos dos media referiram que a multidão aumentou para cerca de 300 pessoas, incluindo alguns que se sentaram no meio da estrada para bloquear o tráfego.

A multidão de manifestantes anti-Trump queimou bandeiras norte-americanas e gritava “Este não é meu presidente”.

Em Seattle, um grupo de cerca de 100 manifestantes se reuniram no bairro de Capital Hill, bloquearam estradas e puseram fogo numa lixeira.

Na Pensilvânia, centenas de estudantes da Universidade de Pittsburgh marcharam pelas ruas, com algumas pessoas na multidão apelando à unidade.

O jornal do campus, o Pitt News, twittou hoje sobre um evento que ocorrerá mais tarde intitulado “Reunião de Emergência: Vamos nos unir para parar o Presidente Trump”.

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