Evenepoel, que no sábado destronou o francês David Gaudu (Groupama-FDJ), graças ao contundente triunfo no contrarrelógio da quarta etapa, parte para os 173 quilómetros entre Lagoa e o alto do Malhão, uma contagem de montanha de segunda categoria no ponto mais alto de Loulé, com 01.06 minutos de vantagem sobre o britânico Ethan Hayter (INEOS) e 01.25 sobre o norte-americano Brandon McNulty (UAE Emirates), respetivamente segundo e terceiro da geral.

Entre os 153 ciclistas ainda em prova, só o algarvio Amaro Antunes (W52-FC Porto) pode repetir triunfo no alto do Malhão, onde ergueu os braços em 2017.

Muito antes da chegada ao ponto mais alto de Loulé, onde os corredores vão passar duas vezes, o pelotão, que sai às 13:00 horas de Lagoa, vai enfrentar duas metas volantes, uma ao quilómetro 34, em Paderne, e outra ao 52,9, em Loulé, com as contagens de terceira categoria da Picota (43,6) e de Vermelhos (106,2) a serem um ‘aperitivo’ das grandes dificuldades da jornada.

A última tirada tem um acumulado de subida de 3.460 metros e um final ‘temível’: já depois de ultrapassada a terceira categoria de Alte (135,5), os ciclistas iniciarão a primeira subida ao Malhão, que cruzarão inicialmente ao quilómetro 149, descendo para voltar a subir ao ponto mais alto de Loulé, ‘cotado’ como de segunda categoria.

Serão os 2,6 quilómetros do Malhão, com inclinação média de 9,2% e cujo topo coincide com a meta, a definir se o prodígio belga sucede ao português João Rodrigues (W52-FC Porto) no palmarés dos vencedores, onde já inscreveu o seu nome em 2020.

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