“A Comissão Europeia apoiará todos os esforços para encontrar uma solução duradoura para a paz, baseada numa solução de dois Estados”, escreveu Ursula von der Leyen, numa publicação na rede social X após uma chamada telefónica com Abbas.

A líder do executivo comunitário acrescentou na mensagem ser “vital evitar uma escalada regional mais alargada e a sua propagação”.

Na chamada, Ursula von der Leyen disse a Abbas que o atual período é “muito difícil para o povo palestiniano que foi traído pelo Hamas”, transmitindo-lhe “as mais profundas condolências” pelas mortes.

“Deixei claro que, nos seus esforços legítimos para combater os terroristas do Hamas, Israel deve procurar proteger as vidas dos civis e respeitar o direito humanitário internacional. A UE está a trabalhar com os seus parceiros para dar resposta às necessidades humanitárias dos palestinianos vulneráveis”, garantiu ainda, segundo a publicação no X.

A posição surge depois de, em 07 de outubro, o grupo islamita do Hamas ter lançado um ataque surpresa contra o sul de Israel com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados, fazendo duas centenas de reféns e mais de 1.400 mortos, sobretudo civis.

Em resposta, Israel declarou guerra ao Hamas, movimento que controla a Faixa de Gaza desde 2007 e que é classificado como terrorista pela União Europeia e Estados Unidos, bombardeando várias infraestruturas do grupo na Faixa de Gaza e impôs um cerco total ao território com corte de abastecimento de água, combustível e eletricidade.

O conflito já provocou milhares de mortos e feridos, entre militares e civis, nos dois territórios.

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