Masinga ficou conhecido por um golo ao Congo em 1997, que apurou os ‘bafana bafana’ pela primeira vez para um Mundial, no ano seguinte, e jogou como avançado centro numa equipa que marcava uma África do Sul liderada por Nelson Mandela desde há três anos.

Venceu a Taça das Nações Africanas em 1996 e foi um dos jogadores que marcou o regresso ao futebol internacional quatro anos antes, na sequência do fim do ‘apartheid’, pelo que o presidente da Federação, Danny Jordaan, se referiu a ele como “um gigante”, num “dia triste para o futebol”.

O jogador, que sofria por complicações relacionadas com um cancro nos últimos meses de vida, saiu do Mamelodi Sundowns para o Leeds, em Inglaterra, a par de Lucas Radebe, mas só o colega teve sucesso em Inglaterra.

Jogou depois em Itália, no Bari, mas também na Suíça e nos Emirados Árabes Unidos, sendo que o dono do Leeds, Andrea Radrizzani, reagiu pelo Twitter dizendo que os adeptos ainda lembram Masinga “com um grande sorriso e uma camisola branca vestida”.

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