“O Max era como um membro da minha família. Éramos como irmãos. Por um lado, estou aliviado, porque estava em sofrimento há muito tempo”, revelou Ecclestone à agência de notícias britânica Press Association.

Max Mosley, que tinha sido diagnosticado com cancro e completou 81 anos em abril, liderou a FIA durante 16 anos, saindo do cargo em 2009, poucos meses depois da morte do filho, Alexander.

Foi substituído pelo francês Jean Todt, que ainda preside ao organismo.

Além de advogado e presidente da FIA, Max Mosley também foi piloto na Fórmula 2, tendo-se retirado em 1969, antes de desempenhar vários cargos ligados à modalidade.

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