De acordo com a informação da UEFA, que com a nomeação de Stéphanie Frappart, de 35 anos, refere estar a “inovar” e trilhar “rumos novos”, esta é a primeira vez que uma árbitra dirige um grande evento do futebol europeu masculino.

Em julho, a francesa dirigiu a final do Mundial feminino, entre os Estados Unidos e a Holanda (2-0), em Lyon, França, e, em 2017, foi a juiz do jogo das meias-finais do Europeu feminino entre a anfitriã Holanda e a Inglaterra (3-0).

Frappart liderará uma equipa composta principalmente por mulheres, uma vez que terá como assistentes a compatriota Manuela Nicolosi e Michelle O'Neal, da República da Irlanda, que também estiveram na final do Mundial. O quarto árbitro será o turco Cuneyt Cakir.

“Já referi em várias ocasiões que o potencial do futebol feminino não tem limites e congratulo-me com o facto de Stéphanie Frappart ter sido nomeada para a Supertaça Europeia deste ano, juntamente com Manuela Nicolosi e Michelle O'Neal”, afirmou o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin.

Frappart fez história em França quando se tornou a primeira árbitra a dirigir um jogo da ‘Ligue 1’, entre o Amiens e o Estrasburgo, em abril. Em junho, foi anunciado que integraria o quadro permanente de árbitros da prova para a temporada 2019/20.

No entanto, Stéphanie Frappart não é a primeira árbitra a dirigir jogos de uma competição masculina da UEFA, uma vez que a suíça Nicole Petignat, entre 2004 e 2009, apitou três jogos da fase de qualificação da Taça UEFA.

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