“Não tenho que descrever a nossa relação. Ele lutará pela sua equipa e eu pela minha, é completamente normal. [Em relação a um aperto de mãos] Claro que sim. Respeito o ritual, tão importante na ‘Premier League'”, justificou Wenger.

A rivalidade entre os dois treinadores é conhecida desde o tempo em que Mourinho orientou da primeira vez o Chelsea, mas Arséne Wenger procurou hoje colocar o foco no jogo, da 12.ª jornada, que se disputará em Old Trafford.

O responsável dos ‘gunners’ relativizou também se esta seria a melhor altura para vencer uma equipa de Mourinho, quando o Arsenal é quarto, a dois pontos da liderança, e o Manchester United sexto, a oito.

“Sabe, não perdemos sempre. Já as batemos [equipas de Mourinho] e já houve muitos empates também. Penso que já ganhei contra cada um dos treinadores mundiais ao longo da minha carreira de 20 anos aqui e isto não é uma competição entre treinadores”.

O técnico disse ainda entender que as pessoas gostem de criar controvérsia, mas pensa que não é isso que dá audiência.

“O que dá audiência é a qualidade do jogo”, disse, reiterando que é um embate de alto nível, com as duas equipas, das vezes que se defrontaram, a terem um historial de vitórias e derrotas em cada um dos lados.

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