Depois de receber igual distinção em 2019, por parte da Associação de Ténis Feminino (WTA), Barty, de 25 anos, repete o feito, após uma época notável, na qual conquistou o título em Wimbledon – o segundo ‘major’ da carreira, depois de Roland Garros em 2019 -, os torneios de Melbourne, Miami, Cincinnati e Estugarda.

Na categoria de melhor dupla do ano, o galardão foi entregue às checas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, que, tal como Barty, o receberam pela segunda vez, muito por culpa do título conseguido em Roland Garros.

Já a checa Barbora Krejcikova, atual número cinco da hierarquia mundial, conquistou os três primeiros troféus da carreira e, por isso, foi merecedora da distinção de atleta que mais melhorou durante o ano de 2021.

A jogadora, de 25 anos, foi a grande vencedora da última edição de Roland Garros, juntando a prestigiosa conquista às outras duas conseguidas em Praga e Estrasburgo.

Por fim, a britânica Emma Raducanu (19.º) foi escolhida como ‘tenista revelação’, ao fazer história em 2021 com o título do Open dos Estados Unidos, no qual se tornou a primeira jogadora a ganhar um Grand Slam vinda da fase de qualificação.

Já a espanhola Carla Suárez Navarro, que perdeu muitos lugares no ‘ranking’, durante a luta (superada) contra um linfoma de Hodgkin, recebeu o prémio de ‘regresso do ano’, após recuperar e voltar ao circuito para se retirar ao mais alto nível.

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