O avançado gambiano resolveu a eliminatória a favor da ‘turma’ da I Liga portuguesa de futebol aos 104 minutos, graças a um cabeceamento certeiro após livre de Yanis Hamache, num embate intenso e até ‘duro’, em que os anfitriões, nonos classificados da II Liga, criaram as melhores ocasiões no tempo regulamentar.

Intensa na pressão aos jogadores ‘axadrezados’ e rápida a construir os ataques, a equipa da II Liga só não chegou à vantagem nos primeiros 15 minutos por falta de pontaria: Kiko Bondoso atirou ao lado na pequena área, aos seis, e Koffi acertou no poste, aos sete.

O Boavista respondeu com ‘disparos’ de longe, quer de Sebastián Pérez, aos 16 minutos, quer de Paulinho, aos 20, e equilibrou um desafio que, a partir daí, ficou quase sempre confinado ao meio-campo, com vários duelos físicos.

A toada de luta manteve-se no início da segunda parte, com os anfitriões a ‘soltarem-se’ mais vezes do bloqueio a meio-campo graças à velocidade de Koffi e de Francis Cann na ala direita e a ameaçarem de novo o golo, num cabeceamento de Cassiano, aos 61 minutos.

O jogo prosseguiu ‘batalhador’, com as oportunidades de golo a reaparecerem nos últimos 15 minutos do tempo regulamentar: a formação do Porto falhou o alvo em remates de Hamache (75 minutos) e de Yusupha (81 e 83), enquanto os vizelenses estiveram perto do golo num remate de Francis Cann (78) e num cabeceamento de Fernando Cardozo (90+4).

Após as perdas de Miguel Reizinho e de Paulinho, por lesão, o Boavista aproveitou o ligeiro ascendente na primeira parte do prolongamento para fazer o golo decisivo, antes de sofrer para conter a reação vizelense nos últimos 15 minutos, que culminou com uma bola na trave, aos 120.

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