“Fui ao DIAP (Departamento de Ação e Investigação Penal), é verdade, mas não saí surpreendido com o facto de ser arguido. Já sabia ao que ia. Aliás, já o fui constituído pelo menos uma dezena de vezes, tendo os denunciantes/assistentes perdido sempre”, escreveu Bruno de Carvalho no Facebook.

O líder leonino refere que João Pedro Paiva dos Santos decidiu processá-lo por “devassa da vida pessoal (por ter colocado num post um email entre ele e Pedro Guerra que já era público e que circulava por todo o lado), e difamação porque disse que ele pertencia a ‘uma pequena franja de sportinguistas híbridos que ‘colocam os seus interesses pessoais acima dos do clube’”.

Na origem desta queixa estará uma publicação de Bruno de Carvalho na rede social Facebook, onde acusada Paiva dos Santos de se coordenar com o comentador da TVI Pedro Guerra, afeto ao Sport Lisboa e Benfica, para pedir uma auditoria ao seu primeiro mandato (2013-2017).

“Não podemos admitir este tipo de sportinguistas que são capazes de vender a alma ao diabo”, escreveu à data Bruno de Carvalho.

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