“Como bons jogadores que são, querem jogar o mais rápido possível para vencer. É isso que a equipa precisa, de jogar, com qualidade e de vencer”, afirmou Bruno Lage, sublinhando que é isso que “a equipa precisa”.

Apesar das três derrotas e um empate nos últimos quatro jogos, o treinador refutou a necessidade de introduzir mais elementos defensivos no ‘onze’ para assegurar a estabilidade defensiva, apontando como solução “marcar mais golos”.

“Não temos de olhar para trás, estarmos preocupados com o facto de estarmos a sofrer golos, mas temos de marcar golos. E é nessa visão e com os olhos postos na baliza do adversário que temos de estar”, assinalou o técnico.

Lage insistiu na aposta na finalização, inclusivamente quando instado a analisar o Gil Vicente, reiterando a necessidade de “marcar mais golos” para “sair deste momento”.

“São fortes nas transições, mas também em ataque organizado. Temos de estar preparados para isso. Este é o momento em que temos de nos assumir. Só dependemos de nós para sair deste momento e isso passa por marcar mais golos”, reforçou o treinador dos campeões nacionais.

Lage desvalorizou qualquer falta de agressividade da sua equipa, escudando-se nas características dos seus jogadores.

“Agressivos com bola, sim, de outa forma, não, porque não temos esse tipo de jogadores no plantel e, se tivermos, não têm depois a competência para jogar aquele futebol vivo e de pé para pé com que nós nos sentimos felizes a fazer”, concluiu.

O Benfica, líder da I ligae campeão nacional, defronta o Gil Vicente, 10.º classificado, na segunda-feira, às 19:30, no Estádio Cidade de Barcelos, num encontro que vai ser arbitrado por Luís Godinho, da associação de Évora.

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