O advogado, de 51 anos, foi reeleito por aclamação, em Roma, onde decorre o congresso, depois de todas as 55 federações terem aprovado e aplaudido a eleição.

O sétimo presidente da UEFA assumiu o cargo em setembro de 2016, em substituição do francês Michel Platini, banido pelo Comité de Ética da FIFA devido a irregularidades financeiras.

“Nos próximos anos, vamos atacar as regras do ‘fair play’ financeiro, para estabelecer um equilíbrio no futebol europeu”, disse Ceferin, no discurso após ter sido confirmado, em que mencionou vários objetivos e desafios para o próximo mandato.

Antes, Ceferin já tinha afirmado rejeitar o plano da FIFA de remodelar o Mundial de clubes e criar uma Liga das Nações global, que envolve verbas acima dos 25 mil milhões de euros, destacando que somou erros e dúvidas ao longo dos dois anos e meio no cargo, porque “um líder sem dúvidas é um líder iludido e perigoso”.

Outra das promessas que o esloveno fez em Roma foi a proteção da Liga dos Campeões contra a perspetiva de formação de uma Superliga europeia.

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