Avança o Jornal de Notícias esta terça-feira que o valor ainda em dívida — cinco milhões de euros — será pago em 48 prestações, ao longo de quatro anos, ao consórcio que engloba as empresas Souto Moura Arquitetos, SA e a ProAfa Serviços de Engenharia, SA, gerida por Rui Ramalhete Furtado.

O acordo extrajudicial, segundo informações prestadas pelo advogado que representa a Câmara da Braga, vai permitir que o pagamento seja feito através de um crédito obtido junto do banco Santander, à taxa de juro de 0,59% ao ano.

A primeira prestação será paga em julho, no valor de 104 mil euros, cabendo 61 mil à ProAfa e 43 mil a Souto Moura.

O valor total acordado engloba 2,5 milhões de petição inicial, aos quais acrescem 1,87 milhões de 16 anos de juros de capital e 718 mil de juros vencidos e vincendos.

Ricardo Rio, presidente da autarquia, considera que o acordo agora alcançado "poupa dinheiro e evita o pagamento imediato, o que teria custos enormes para a tesouraria".

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