“Quero destacar que este é o sexto empréstimo obrigacionista do Sporting e este, sem dúvida nenhuma, será um ‘case study, desde os prazos até à forma como foi montado'”, afirmou Varandas, no decorrer da sessão especial de mercado regulamentado que decorreu na Euronext Lisboa, a gestora da bolsa portuguesa.

O líder do Sporting aproveitou a ocasião para dar os “parabéns a todos os parceiros que se envolveram, desde o apoio jurídico, à auditoria e à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)”, que foi “fundamental” para o sucesso da operação que permitiu ao Sporting encaixar 26 milhões de euros.

“Sem essa colaboração (da CMVM), seria impossível”, sublinhou Varandas, que deixou ainda uma última palavra de agradecimento a “todos os sportinguistas que acreditam na Sporting SAD”.

Os resultados oficiais da oferta revelam que houve uma procura bruta de 26,2 milhões de euros e uma procura válida de 25,9 milhões de euros, depois de terem sido eliminadas as duplicações (25 ordens num montante total de 240 mil euros).

A condição de eficácia foi verificada, isto é, foram colocados mais de 15 milhões de euros, mas foi apenas atingido 86% do montante máximo da oferta (30 milhões de euros).

Isto significa que foi atribuído integralmente o montante subscrito por todas as ordens válidas, sem necessidade de alocação por rateio ou sorteio, naquela que foi a primeira emissão de uma SAD desportiva em que a procura não alcançou a oferta disponível, tal como confirmou à Lusa a Euronext Lisboa.

Nesta operação, participaram 4.100 investidores, a esmagadora maioria portugueses, naquela que é a segunda maior participação numa emissão de obrigações do Sporting.

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