“Quando tivemos de tomar uma decisão urgente sobre o adiamento do Europeu de 2020, tivemos sempre em mente o impacto no Europeu feminino de 2021. Considerámos todas as opções, sempre com o nosso compromisso em relação ao crescimento do futebol feminino”, sublinhou o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin.

A decisão de ‘mexer’ no Europeu feminino de 2021 já tinha sido admitida em março, devido ao adiamento do Europeu masculino de 2020 para 2021, motivado pela pandemia da Covid-19, mas foi agora oficializada, mantendo-se prevista para os mesmos estádios ingleses.

“Com os Jogos Olímpicos confirmados para o verão de 2021, acreditamos firmemente que a mudança para 2022 é no melhor interesse do torneio, das jogadoras, dos adeptos, dos parceiros do futebol feminino e de todos os envolvidos em todas as áreas e níveis da modalidade”, justificou Nadine Kessler, responsável pelo futebol feminino na UEFA.

Portugal, que esteve em 2017, na Holanda, no seu único Europeu feminino, disputa a fase de qualificação para a próxima edição da competição, num grupo que integra ainda as seleções da Finlândia, Escócia, Albânia e Chipre.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 181 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 593.500 doentes foram considerados curados.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

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