“Vão ser excelentes testes, pelo que vamos tentar utilizar, tanto quanto possível, todas as diferentes facetas de um Campeonato do Mundo”, referiu o presidente do comité organizador do Qatar2022, Hassan Al-Thawadi.

O mundial de clubes, com sete participantes, vai ser disputado em dezembro de 2019 e 2020 no país do Golfo, de acordo com o que foi decidido hoje em Paris.

Entre os vários desafios, o facto de potenciais milhares de adeptos desejarem beber álcool, que no islâmico Qatar apenas está disponível para estrangeiros e em número muito reduzido de bares no país.

“O álcool vai estar disponível em algumas áreas. Os detalhes operacionais e como isso vai funcionar serão avaliados e anunciados em devido tempo”, disse o responsável.

O evento vai contar com várias ‘fan zones’ e cujas experiências de funcionamento servirão de lição para a organização.

Este ano e em 2020 disputam-se as últimas edições do mundial de clubes no atual formato, com os seis campeões continentais mais a equipa do país anfitrião, que, no caso, será o Al-Sadd de Jesualdo Ferreira, que entretanto foi substituído pelo ex-futebolista espanhol Xavi Hernández.

A partir de 2021, a competição receberá 24 clubes e será realizada apenas a cada quatro anos.

A Europa apura oito equipas, a América do Sul seis, Ásia, África e América do Norte, Central e Caraíbas três e a Oceânia apenas uma, sendo que cada continente define as regras.

O primeiro dos oito estádios afetos ao mundial foi inaugurado em maio, em Al Janoub, com capacidade para 40.000 espetadores.

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