“O nosso dever como FIFA é garantir que o futebol seja realmente global. Para isso, temos que analisar como melhorar o futebol das seleções (...) e não há competição que se aproxime” ao Mundial, insistiu, em Caracas, no início de um périplo de visitas por países da América do Sul.

A partir de 2026 o campeonato do Mundo passa a ter 48 seleções, mais 16 do que as habituais 32, ainda assim um número insuficiente para albergar os países que desejava ver no evento.

“Falando francamente, quais são as reais possibilidades da Venezuela participar no campeonato do Mundo?”, questionou, recordando que o país de 30 milhões de habitantes nunca participou na fase final da prova e que dificilmente o fará sob as atuais condições.

Quarta-feira, em Israel, o italo-suíço frisou que “os estudos da FIFA asseguram que (a competição a cada dois anos) não diminuiria a magia do torneio porque a sua frequência não afetaria a qualidade e a reputação”.

“Precisamente por ser um torneio mágico, teria que se realizar com maior frequência”, defendeu, destacando as “muitas vantagens” desse modelo, numa altura em que os clubes se queixam de um calendário internacional muito sobrecarregado.

Em Caracas, Gianni Infantino recordou que a decisão de organizar o Mundial a cada quatro anos foi tomada “há cerca de 40 anos, quando a FIFA tinha 30 países”, pelo que entende que “é hora de analisar a questão”, algo que promete para o fim deste ano.

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