“Sim, adoraria fazê-lo. Ficaria honrado por fazê-lo no futuro, se mo pedissem. Mas sob o ponto de vista de jogador, pois gosto de jogar”, esclareceu, sendo que a próxima Ryder Cup se realiza em 2018 no campo de Saint-Quentin-en-Yvelines, nos arredores de Paris.

Woods fez parte da equipa técnica que apoiou o capitão Davis Love no triunfo norte-americano, por 17-11, sobre a Europa, que tinha vencido as ultimas três edições, em 2010, 2012 e 2014.

“Não posso agradecer o suficiente ao Tiger, Jim [Furyk] e Tom [Lehman]. Tomaram várias decisões cruciais, deram-me grande apoio. É verdadeiramente uma grande equipa, foi um esforço de equipa”, congratulou-se o capitão Davis Love após o êxito em Chaska, no estado do Minnesota.

Tiger Woods, de 40 anos, planeia voltar à competição em duas semanas no PGA Tour dos Estados Unidos, em Napa, Califórnia, agora que está recuperado de uma operação às costas, que o fez perder toda a última época.

“Adoro estes tipos. Gostei de lutar com eles. Agora fi-lo de forma diferente e fiz o meu papel, o meu trabalho de forma distinta e foi muito bom”, confessou o golfista, que disputou a Ryder Cup em sete ocasiões.

Como assistente do capitão, Woods encarou o golfe de outra forma: “Como um jogador que tem estado nestas equipas, estar agora em lado diferente, como vice-capitão, significou muito. O que temos de decidir em última análise é difícil”.

“Como jogador, tudo que temos a fazer é estar preparados para jogar. Basta entrar e tentar e fazer o nosso jogo, estarmos prontos quando necessário. Como um não-jogador, é muito complicado. Há muitas coisas que não percebia que se estavam a passar. Foi uma grande experiência. Aprendi muito”, concluiu.

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