Rui Vitória (Benfica), Nuno Espírito Santo (FC Porto), Jorge Jesus (Sporting), Pedro Martins (Vitória de Guimarães), Lito Vidigal (Arouca) e José Couceiro (Vitória de Setúbal) foram os ‘heróis’ que conseguiram manter-se no posto.

Entre os 12 clubes que mudaram, só o Desportivo de Chaves não o fez por ‘livre vontade’, por culpa dos resultados, mas porque Jorge Simão quis rumar ao Sporting de Braga, que o escolheu para substituir José Peseiro.

Os restantes 11 mudaram por insatisfação com os resultados, incluindo os que ocupam, no final da primeira volta, os últimos sete lugares da tabela.

O Belenenses trocou Julio Velázquez por Quim Machado, o Paços de Ferreira Carlos Pinto por Vasco Seabra, o Estoril-Praia Fabiano Soares por Pedro Gómez Carmona e o Feirense José Mota por Nuno Manta Santos.

Por seu lado, Pepa foi dispensado do Moreirense - que optou por Augusto Inácio -, e, posteriormente, contratado pelo Tondela, para ocupar o lugar de Petit, herói do clube a época passada, ao assegurar uma manutenção que parecia impossível.

A ‘onda’ de ‘chicotadas’ atingiu mesmo Manuel Machado, que liderava o Nacional desde a sexta jornada da edição 2012/13, depois de passagens pelo clube em 2005/06 e entre 2008/09 e 2009/10. Foi substituído por Predrag Jokanovic.

Mais acima na classificação, mudou o Sporting de Braga, que dispensou José Peseiro e, para o seu lugar, ‘roubou’ Jorge Simão ao Desportivo de Chaves, clube que passou a ser liderado por Ricardo Soares (ex-Vizela, da II Liga).

A mais bem-sucedida alteração aconteceu no Marítimo, que Daniel Ramos, substituto do brasileiro Paulo César Gusmão, fez subir do 17.º para o sexto posto, com 23 pontos conquistados em 12 jogos.

A mudança no Rio Ave também correu bem, com Luís Castro, campeão da II Liga em 2015/16 ao comando do FC Porto B, a ganhar três lugares, para oitavo, em relação a Capucho, ao somar 13 pontos em sete jornadas.

Em termos de números, o melhor foi claramente Rui Vitória, que deu ao Benfica o título de ‘campeão de inverno’, ao fechar a primeira volta com 42 pontos, em 51 possíveis, num aproveitamento de 82,4 por cento.

Nuno Espírito Santo (38 pontos) e Jorge Jesus (34) também se 'aguentaram', tal como Pedro Martins (31), Lito Vidigal (23) e José Couceiro (22), mas o campeonato ainda só vai a meio.

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