"Ele queria jogar já”, adiantou Thomas Tuchel, no decorrer de uma conferência de imprensa sobre Marc Bartra, que foi operado com sucesso ao rádio do antebraço direito, na sequência do incidente a caminho do jogo com o Mónaco, em Dortmund, para a Liga dos Campeões.

O autocarro do Borussia Dortmund foi atacado na terça-feira com três engenhos explosivos, a caminho do estádio para defrontar os franceses, que provocaram ferimentos com vidros no defesa espanhol e num polícia motorizado da escolta.

O encontro foi adiado um dia, tendo decorrido na quarta-feira e terminado com a vitória do Mónaco, do treinador Leonardo Jardim, por 3-2, e com Thomas Tuchel desagradado com a UEFA por ter tratado o caso de forma leviana.

O treinador descreve a situação vivida no autocarro de "surreal", “com todos a tentar perceber o que se passou e, depois, a telefonar para tranquilizar a família e dizer que está tudo bem, e, ao mesmo tempo, tentar manter a calma”.

De acordo com Thomas Tuchel, “para muitos jogadores, o choque emocional foi grande, após o ataque ao autocarro, e quando chegaram a casa e à família, foram poucos os que conseguiram dormir e recuperar a tranquilidade para o jogo no dia a seguir”.

“Agora, temos de encontrar uma maneira de viver com isso e seguir em frente”, disse o treinador do Borussia Dortmund, adiantando que, em termos comparativos, depois do que se passou na terça-feira [ataque ao autocarro} o jogo de quarta não vale nada.

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