No circuito Ricardo Tormo, o espanhol, que tinha contrato com a marca japonesa até ao final da próxima época, fará a última corrida na classe rainha, ao volante da Honda RC213V, depois de ter sido bicampeão em 250cc, pela Aprilia (2006 e 2007), subindo em 2008 à categoria MotoGP, para ser tricampeão, ao serviço da Yamaha (2010, 2012 e 2015).

“A montanha tornou-se tão alta que não consegui encontrar força e motivação para continuar a subir. Nesta fase da minha carreira, era impossível continuar a encontrar a motivação”, explicou o espanhol, natural de Palma de Maiorca, em conferência de imprensa.

Segundo Lorenzo, “os anos na Yamaha foram os melhores da carreira”, mas, mais tarde, quando realizou o “sonho” de ingressar na Honda, foi traído pelas lesões, fruto das quedas sofridas no final de 2018, nos Grandes Prémios de Aragão e Tailândia, e, já este ano, na Catalunha e Holanda.

Apesar de deixar a modalidade em 2019, Jorge Lorenzo, que venceu 47 corridas e subiu por 114 vezes ao pódio na classe rainha, é também o terceiro espanhol mais titulado no motociclismo, apenas superado por Ángel Nieto (13 títulos mundiais) e Marc Márquez (oito).

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