Nas declarações que se seguiram à eliminação dos 'red devils', o treinador português salientou a importância de se marcar o primeiro golo, após 0-0 na primeira mão. "Creio que marcar o primeiro golo é sempre importante, não só pelo resultado da primeira mão. Tentámos ser agressivos desde o primeiro minuto, como fizemos sábado contra o Liverpool. Não funcionou e o Sevilha começou a controlar a bola e a jogar bem", disse.

"Não conseguimos marcar e eles controlaram a bola, escondendo-a, a ganhar confiança e a controlar a partida. Posso dizer que não tivemos problemas no primeiro tempo e tivemos ocasiões na segunda", acrescentou ainda.

Quando o Sevilha marcou, "tudo ficou mais emocional e complicado. De seguida marcaram o segundo, o que tornou a missão quase impossível", disse o treinador, visivelmente dececionado. Não obstante, não culpa os jogadores, que "foram livres e criaram boas ocasiões".

"Sempre queremos ter qualidade e mobilidade. Os futebolistas estiveram libertos e tiveram grandes ocasiões. Por momentos pensei que estávamos a fazer bem, mesmo que o controle fosse deles. Os meus jogadores não fizeram nada de mal na sua forma de jogar", prosseguiu.

Sobre as perspetivas do MU no resto da época - fora das competições europeias e longe do líder na Primeira Liga - comentou: "Uma grande equipa como o Tottenham está como nós. O Liverpool está vivo na 'Champions', mas não na Taça, o futebol e a vida são assim, hoje perdemos e amanhã será outro dia, e sábado outro jogo".

"Estou contente porque vejo que os meus jogadores estão tristes e não o escondem. Eu também estou triste. Mas não temos tempos para o drama, sábado temos um jogo muito importante (quartos de final da Taça, contra o Brighton)", finalizou.

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