“Naturalmente, ao irmos para a Rússia representar Portugal, esse desígnio e esse pensamento não deixará de estar presente nas nossas vidas e dos portugueses”, disse Fernando Gomes.

O dirigente falava aos jornalistas, em Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, onde entregou simbolicamente a uma família da freguesia de Lourosa a casa onde vivia antes dos incêndios de 15 de outubro de 2017, uma das 12 habitações da região Centro cuja reconstrução foi assegurada pela FPF, que para o efeito reuniu mais de 700 mil euros.

A Federação Portuguesa de Futebol quis, assim, “minimizar o impacto negativo” dos fogos florestais na vida das pessoas, por entender que “não pode estar indiferente a esse tipo de acontecimentos”.

Para Fernando Gomes, existe da parte da FPF a preocupação de estar “também na vida dos portugueses”.

Na segunda-feira, a seleção nacional de futebol empatou por 2-2 com a congénere da Tunísia, no primeiro dos três testes de preparação da equipa de Portugal para o Mundial da Rússia.

No Estádio Municipal de Braga, a Federação promoveu “uma ação muito bonita de solidariedade”, com a participação de jovens doentes internados no Instituto Português de Oncologia (IPO) que estiveram a acompanhar o jogo, salientou Fernando Gomes.

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