O início de temporada, em Inglaterra, tem sido marcado por alguns episódios infelizes de insultos racistas dirigidos a vários jogadores de futebol. O primeiro caso a saltar para os media foi o de Tammy Abraham, jogador do Chelsea, que falhou a grande penalidade que deu a Supertaça Europeia ao Liverpool. Seguiu-se Yakou Meite, jogador do Reading, que foi insultado nas redes sociais depois de ter falhado uma grande penalidade na derrota por 3-0 diante do Cardiff. E, na segunda jornada da Premier League, chegámos a Paul Pogba.

O médio francês, campeão do mundo, viu o português Rui Patrício negar-lhe o golo da linha dos onze metros. O jogo diante do Wolves terminaria 1-1 e, nas redes sociais, vários adeptos insurgiram-se contra Pogba dirigindo-lhe insultos racistas.

Logo de imediato a direção dos Red Devils, em comunicado, afirmou que todo o clube estava "enojado com as ofensas racistas proferidas contra Paul Pogba no estádio e nas redes sociais". "Condenamos categoricamente esse tipo de atitudes", podia ler-se.

Este domingo, foi o próprio jogador a pronunciar-se sobre o tema. Através das redes sociais exacerbou a luta dos seus pais e dos seus antepassados para que a sua geração pudesse crescer e viver livre. "Os insultos racistas são ignorância, só me fazem mais forte e motivam-me a lutar pela próxima geração", escreveu.

A relação do médio francês com os adeptos do Manchester United tem sido quase sempre tensa, e a imprensa desportiva tem avançado que Pogba poderá abandonar Old Trafford e assinar pelo Real Madrid.

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