Para além da suspensão, Pinto da Costa foi multado em 612 euros pelo CD da FPF, devido às declarações após o jogo da primeira mão, disputado em Braga, que terminou empatado 1-1, com os ‘dragões’ reduzidos a nove, por expulsões de Luis Díaz e Uribe.

“Ao proferir as expressões “Nós queremos paz no futebol, mas não provoquem mais, não brinquem mais com o esforço de jogadores, dos treinadores e de todos os adeptos do Futebol Clube do Porto” e “não é desta forma […] que nos vão vergar”, o arguido adotou um tom notoriamente intimidatório e ameaçador, propalando que a “paz no futebol” está dependente de não “brincarem” e “provocarem” a equipa e a sociedade anónima desportiva a que o arguido se encontra associado”, refere o CD da FPF.

Segundo o documento, as expressões utilizadas, vão “muito além da mera crítica à arbitragem ou à conduta ou decisões de qualquer órgão social da FPF”.

“Encerram não só um juízo difamatório e depreciativo, além de intimidatório, que viola a dignidade e a honra profissionais dos visados, mas também a seriedade, a ética, a credibilidade e a lisura da competição desportiva, pelo que tais declarações não se afiguram cobertas pelo exercício de qualquer direito, incluindo o exercício da liberdade de expressão”, acrescenta.

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