“Não é segredo para ninguém que a Espanha e Portugal são os favoritos, e que Marrocos e o Irão vão ‘correr por fora'”, disse Queiroz, em entrevista à agência EFE, acrescentando: “É claro que quero que o Irão e Portugal sigam em frente. Se o Irão passar, pouco me importa qual é a outra equipa”.

Queiroz, que orienta a seleção iraniana desde 2011, admitiu algumas dificuldades na preparação do Mundial, que se disputa na Rússia entre 14 de junho e 15 de julho, nomeadamente ao nível financeiro e de relações com outros países.

“Temos sempre muitas dificuldades durante a preparação. Há questões com as quais estamos em luta permanente, como dificuldades financeiras e as relações, nem sempre fáceis, de muitos países com o Irão”, afirmou.

No dia em que a seleção iraniana defronta em Tunes, a Tunísia, Carlos Queiroz admitiu que a preparação para o Mundial2018 está a ser melhor do que a realizada para o de 2014.

“Vamos jogar com a Tunísia, com a Argélia e com a Turquia, o que é muito bom para nós. Vamos também jogar com a Grécia e com a Lituânia. Estamos muito melhor do que no último Mundial, quando não jogamos com ninguém”, afirmou.

O técnico luso admitiu que o mês do Ramadão, que termina em 14 de junho, um dia antes do jogo de estreia com Marrocos, pode ter influência na preparação, mas garante que os jogadores são experientes.

“Essa situação traz particularidades, mas os jogadores são experientes e não é a primeira vez que passam por uma experiência como esta. Há soluções culturais e religiosas que vamos utilizar”, referiu.

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