Em declarações à agência Lusa, o líder da FPR mostrou-se “de acordo” com a decisão do governo, de proibir a conclusão de todas as competições desportivas, com exceção da I Liga portuguesa de futebol, e remeteu a questão das subidas e descidas entre escalões para um diálogo "com todos os clubes".

“O que estava planeado era um modelo competitivo para concluir as competições. Não sendo possível, termos de pensar nisso com os clubes, mas, ou fica tudo como está ou teremos de arranjar maneira de fazer uma ‘poule’ curta quando for reaberta a possibilidade de competição”, definiu Amado da Silva.

A FPR já tinha cancelado, em 10 de abril, todas as competições dos escalões de formação e femininas, fazendo depender a conclusão das competições seniores masculinas dos pareceres da Direção-Geral da Saúde e da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto.

Agora, o líder da FPR foca a sua atenção na preparação da próxima época e em manter a confiança dos pais dos jovens atletas numa modalidade “de contacto físico e diferente das demais”, para que não haja repercussões no número de praticantes.

“Temos de saber tomar medidas. A vida mudou e é preciso arranjar incentivos para a próxima época e não deixar que os jovens praticantes dispersem para outras modalidades”, referiu Amado da Silva.

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