“Regressar à Suíça é o recomeço perfeito. Vai permitir-me voltar numa corrida com boas memórias”, declarou o belga, que em 2022 venceu a oitava etapa da prova.

Evenepoel tinha abandonado a Volta a Itália, que liderava após vencer os dois primeiros contrarrelógios, com covid-19, deixando a prova órfã do seu grande favorito, acabando o esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma) por vencer, à frente do britânico Geraint Thomas (INEOS), segundo, e do português João Almeida (UAE Emirates), terceiro.

Depois da Suíça, o belga vai disputar os Nacionais do seu país antes de um estágio em Itália para preparar a defesa do título mundial, em Glasgow, em agosto.

Soma já seis vitórias em 2023, com a Liège-Bastogne-Liège à cabeça, e é o campeão em título da Volta a Espanha, tendo optado pelo Giro desta feita e sofrido “um dos mais difíceis desgostos da carreira”, como admitiu mais tarde o ciclista de 23 anos.