“Se fosse uma outra equipa a fazer-me uma boa oferta, acho que não teria aceitado”, assumiu o atleta de 36 anos, na sua apresentação na equipa na qual iniciou a carreira desportiva e na qual se manteve dos 12 aos 18 anos.

Robben revelou que, em maio, lhe ofereceram a possibilidade de treinar as camadas jovens ou integrar a direção do clube dos Países Baixos, contudo considerou que é no relvado que se sente mais útil.

“Se posso fazer algo pelo clube, acho que a área na qual posso ser uma mais-valia é em campo”, vincou o esquerdino, que assinou um contrato de um ano.

Depois de deixar o Groningen, aos 18 anos, Robben representou o PSV (2002 a 2004), o Chelsea (2004 a 2007) de José Mourinho, e o Bayern Munique (2009 a 2019), pelo qual conquistou a Liga dos Campeões em 2013.

Deixaria o futebol em julho de 2019 “devido a alguns problemas físicos”, numa decisão que foi “mais ou menos forçada”: agora, afiança que “as dores e os incómodos desapareceram”.

“Sinto-me bastante bem e estamos no caminho correto. Ainda devo dar alguns passos, mas tenho um pressentimento muito bom sobre o futuro”, realçou o futebolista, que sempre cuidou da forma e estava a treinar para a maratona de Roterdão.

O seu regresso ao Groningen fez com que nas últimas 24 horas, desde que o mesmo foi anunciado, o clube tenha vendido já 1.600 novos lugares anuais.

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