Os dois ‘grandes’ do futebol português e os açorianos faziam parte de uma lista de oito clubes advertidos pela CFBC da UEFA, dos quais apenas o Mons Calp, de Gibraltar, não conseguiu assegurar a garantia de que não tinha dívidas vencidas.

Se os clubes não apresentassem até ao final de janeiro o comprovativo de não dívidas de salários, direitos de transferência ou pagamentos de natureza social, ficavam excluídos por três épocas (2022/23, 2023/24 e 2024/25) das competições europeias para que se venham a qualificar.

Por outro lado, o FC Porto deixa de estar sob controle de objetivos de ‘fair play’ financeiro da UEFA, situação que tem estado na base, desde 2017, da limitação de compra de jogadores e do aumento de vendas.

A FIFA esclarece que o FC Porto e o Wolverhampton, da Liga inglesa, voltaram a cumprir esse objetivo na época 2021/2022, no seguimento dos acordos feitos em 2017 e 2020, respetivamente, pelo que esse regime termina.

O atual sistema de monitorização de ‘fair play’ financeiro está a ser revisto, face às enormes perdas na indústria do futebol por causa da pandemia de Covid19.

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