Angélica André, a fazer a estreia olímpica, aos 26 anos, acabou em 17.º lugar, entre 25 participantes, a 5.09 minutos da vencedora, igualando o melhor registo de sempre para as águas abertas portuguesas, obtido por Daniela Inácio em Pequim2008.

“Não estou nada feliz. Acabei por igualar o melhor resultado português. Não tenho muito a dizer, porque sinto que dei tudo, mas não estou feliz. (...) Nunca me senti bem na prova, de início ao fim. Não me sentia bem a nadar”, lamentou.

Apesar de ter tido “todas as sensações incríveis esta semana”, não conseguiu “corresponder” ao que queria, depois de vários dias a “nadar muito bem”.

De resto, e em estreia olímpica, a experiência “é tudo o que falaram, talvez apenas um pouco diferente por causa da [pandemia de] covid-19”, mas “em termos de prova, não foi a estreia desejada”.

“Vou continuar a trabalhar para tentar chegar a Paris2024”, declarou.

O resultado hoje conseguido pela nadadora do Fluvial Portuense só tem paralelo em Daniela Inácio, deixando para trás o 24.º lugar de Vânia Neves no Rio2016, mas também o 19.º de Arsenyi Lavrentyev na prova masculina de Londres2012, depois de ter feito 22.º em Pequim2008.

A vencedora em Odaiba foi a brasileira Ana Marcela Cunha (1:59.30 horas), com a holandesa Sharon van Rouwendaal, um segundo mais lenta, a conquistar a medalha de prata e a australiana Kareena Lee, com dois segundos de atraso, a de bronze.

Esta quarta-feira é a vez de Tiago Campos enfrentar a prova masculina em Odaiba, de novo pelas 22:30 (Lisboa).

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