“Estamos muito, muito preocupados. Queremos oferecer-lhes [aos atletas] iguais oportunidades de qualificação”, assume o diretor geral da Associação das Federações Olímpicas Internacionais de Verão (ASOIF), Andrew Ryan.

Quando, em 24 de março, os Jogos Olímpicos foram adiados um ano para 2021, faltava apurar ainda 47% das mais de 11.000 vagas para os competidores, pelo que muitos dos 33 desportos do programa olímpico enfrentam grandes desafios.

O responsável admite que as federações internacionais precisam de “ajuda e troca de informação” para que haja uma uniformização de procedimentos que garanta a maior equidade possível.

“Começa a ser realmente urgente que comecemos a tomar decisões”, acrescentou o responsável do remo, Matt Smith, durante a reunião online entre os vários agentes federativos.

A este propósito, estão previstas conversações entre as federações internacionais e o comité organizador.

Se não for possível organizar os eventos para alocar as vagas restantes, poderão vir a ser determinantes os ‘rankings’ mundiais, bem como desempenhos anteriores nos maiores eventos internacionais ou Continentais.

Os Jogos Olímpicos estão previstos para o período entre 23 de julho e 08 de agosto.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.255.803 mortos em mais de 50,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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