Ao sexto ensaio de um concurso que liderou do princípio ao fim, Rojas superou, finalmente, e por 17 centímetros, o anterior máximo, que pertencia à ucraniana Inessa Kravets, com 15,50 metros, e durava desde 1995.

Rojas, de 25 anos, que chegou a Tóquio com o estatuto de bicampeã mundial, já rondava o recorde há meses e, em 22 de maio, conseguira em Andujar, Espanha, a então segunda marca de sempre, a sete centímetros da marca de Kravets.

Em 2020, a venezuelana já tinha batido o recorde do mundo em pista coberta, com 15,43 metros, antes de ser eleita atleta do ano pela World Athletics.

Na final do triplo salto, a portuguesa Patrícia Mamona conquistou a medalha de prata, com um recorde nacional de 15,01 metros, enquanto a espanhola Ana Peleteiro ficou com o bronze, ao saltar 14,87.

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