“Demonstrações de alegria e celebração são espontâneas, naturais, e parte da beleza do nosso desporto. É sem prazer que a UCI recomenda fortemente a todos os envolvidos que não se abracem na linha de meta”, pode ler-se na nota, que clarifica a posição tomada pela instituição.

Após a polémica suscitada nos últimos dias, a UCI justifica a sua decisão explicando que, “apesar de, do ponto de vista médico, o risco de contágio entre elementos da ‘bolha’ de uma equipa ser baixo”, considera “necessário que os corredores adotem as medidas básicas de precaução, nomeadamente o respeito por um distanciamento físico mínimo”.

O comunicado lembra ainda que esta medida se junta às que já estão em vigor para as cerimónias de pódio e de assinatura do livro de ponto.

“A UCI informou os representantes de corredores e de equipas, e continuará a garantir que o pelotão tem noção desta mudança, que é de senso comum e em linha com o objetivo de fazer do nosso um desporto exemplar nestes tempos difíceis”, acrescenta a organização de cúpula do ciclismo mundial.

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