Em representação do presidente do Vizela, em casa a recuperar de covid-19, Pedro Albergaria deslocou-se à sala de imprensa para justificar a ausência de Álvaro Pacheco, argumentando que “o clube não quer correr o risco de perder mais elementos importantes para as batalhas que se seguem”, e apontou baterias ao trabalho da equipa de arbitragem.

“O que se passou hoje foi demasiado grave para passar em claro. Este clube, esta cidade, esta equipa e a postura que viemos trazer ao futebol não merecem que deixemos passar em claro esta enorme dualidade de critérios. Enquanto esteve 11 para 11, o Vizela jogou no meio-campo contrário, no final perdemos e terminámos com nove”, disse Pedro Albergaria.

Entre as queixas do responsável do Vizela está um alegado segundo amarelo por mostrar a Rui Pires, que viria a ser substituído, argumentando que “a própria equipa do Paços percebeu e substituiu o Rui Pires logo após a jogada em que deveria de ter sido expulso”.

“Fico também muito espantado por esta equipa de arbitragem e o videoárbitro terem sido os mesmos do jogo com o Estoril Praia [1-1, em Vizela], em que nos invalidaram um golo. Na altura pedimos imagens que provassem que a bola tinha saído, mas continuamos até hoje à espera dessas imagens. Vamos continuar por cá, quer queiram ou não”, concluiu Pedro Albergaria.

O Vizela perdeu hoje em Paços de Ferreira, por 2-1, depois de ter estado em vantagem no marcador, num jogo em que terminou reduzido a nove elementos: Cassiano viu o cartão vermelho direto, aos nove minutos, e Samu foi expulso por acumulação de amarelos, aos 85.

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