Nos termos da convocatória enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), para além deste dois pontos, os acionistas da tecnológica portuguesa vão proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da sociedade; debater o relatório da Comissão de Vencimentos sobre a política de remuneração relativa ao exercício de 2019; aprovar a declaração desta comissão sobre a política de remuneração dos membros dos órgãos de administração e fiscalização; deliberar sobre aquisição e alienação de ações próprias; e discutir a remuneração da Comissão de Vencimentos.

Apesar de a Novabase ter apresentado um resultado líquido consolidado de 20,4 milhões de euros no exercício de 2019, registou nas contas individuais um prejuízo de 1,762 milhões de euros, propondo o Conselho de Administração que este valor seja transferido para resultados transitados.

No ano passado, o lucro da Novabase mais do que quadruplicou face aos 4,7 milhões de euros registados em 2018, para 20,4 milhões de euros, tendo o volume de negócios subido 9% para 120,3 milhões de euros, com a parte internacional a representar 57,7%.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) da Novabase atingiu os 9,4 milhões de euros em 2019, o que representa uma subida de 44,6%.

“Acredito firmemente que 2019 foi um ano notável para a Novabase”, afirmou o presidente executivo da tecnológica, João Nuno Bento, citado num comunicado divulgado no passado dia 20 de fevereiro.

Em 30 de março, a tecnológica anunciou que já não iria propor a distribuição de cerca de 26,7 milhões de euros aos acionistas (85 cêntimos por ação), para garantir a “resiliência financeira” do grupo face à pandemia de covid-19.

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