“A nova cadência de produção dos A320 irá conduzir a um aumento gradual da produção, que passará dos atuais 40 aparelhos por mês para 43 no terceiro trimestre de 2021 e para 45 no quarto trimestre”, começou por dizer, em comunicado, a fabricante francesa de aviões.

“Este novo plano de produção representa um aumento da produção mais lento do que o inicialmente previsto, que apontava para os 47 aviões mensais a partir de julho”, acrescentou.

Já a produção dos modelos ‘widebody’ (aviões maiores) deverá continuar estável e com o ritmo atual de cinco unidades A350 e duas A330, o que representa adiar o “potencial aumento de produção do A350 para mais tarde”, esclareceu a fabricante.

Quanto à produção de A220, a Airbus mantém as previsões para aumentar de quatro para cinco aviões por mês a partir do final do primeiro trimestre de 2021, tal como previsto inicialmente.

“A revisão da cadência de produção permite à Airbus preservar a capacidade de responder à procura dos clientes e, ao mesmo tempo, adaptar-se às mudanças e evoluções do mercado”, apontou a empresa, ressalvando que continua a “monitorizar atentamente a evolução do mercado”.

A Airbus prevê que o mercado de aeronaves comerciais volte a níveis pré-covid-19 entre 2023 e 2025.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.092.736 mortos resultantes de mais de 97,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

O setor da aviação foi um dos mais afetados pelas medidas adotadas para conter a propagação do novo coronavírus.

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