Esta previsão sobre a evolução da economia portuguesa foi assumida por António Costa no debate quinzenal, no parlamento, após uma intervenção do vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Carlos Pereira.

De acordo com o primeiro-ministro, apesar de ter sido positiva no plano sanitário a capacidade de resposta do país à pandemia de covid-19, o primeiro-ministro salientou que "os custos económicos e sociais da crise são absolutamente brutais".

"Todas as estimativas apontam para termos uma queda recorde do nosso PIB e uma subida exponencial da nossa situação de desemprego e, simultaneamente, de perda de rendimentos", declarou.

Para procurar amortizar este impacto, António Costa referiu que o seu Governo, logo na "fase de emergência, criou um conjunto de medidas tendo em vista proteger as empresas, o emprego e os rendimentos".

"Chegou agora a fase de ser necessário estabilizar este quadro até ao final do ano", apontou, numa alusão ao Programa de Estabilização Económico e Social que o Conselho de Ministros deverá aprovar já esta quinta-feira.

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