Na abertura da interpelação do PCP ao Governo, no parlamento, Ana Mendes Godinho avançou com uma série de números quanto à resposta ao surto com medidas extraordinárias que têm como prioridade "manter emprego, proteger trabalhadores, apoiar famílias e as pessoas mais vulneráveis".

"Todas as medidas têm tido como pressuposto um esforço e uma responsabilidade partilhada de todos para conseguirmos chegar a todos com eficácia e com uma grande capacidade de mobilização do Estado social para responder a quem precisa. E o Estado Social mostrou que foi quem respondeu a quem precisou", afirmou.

Depois, deu números parciais quanto a algumas medidas, como ´lay off' simplificado, que, afirmou, permitiu "manter até o momento 850 mil postos de trabalho, abrangendo 105 mil empresas com pagamentos já feitos, no valor de 580 milhões de euros".

Para a ministra do Trabalho, o 'lay off' simplificado foi "claramente, uma medida eficaz na manutenção dos postos de trabalho, um amortecedor na evolução dos números desemprego".

Ana Mendes Godinho disse que, com esta medida, se registou "uma subida dos números de emprego que têm acontecido uma forma também controlada".

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social enumerou ainda outras medidas adotadas pelo executivo nos últimos três meses, como o complemento extraordinário “dedicado aos trabalhadores em ‘lay off’ simplificado que recebem até dois salários mínimos e que tiveram perda de rendimento” durante esse período.

“Juntos temos conseguido e juntos vamos continuar a conseguir” e “é necessária a continuação desta mobilização conjunta”, afirmou, para concluir: “A nossa luta é uma luta comum.”

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