“Em causa estão descontos, incentivos aos lojistas, reduções de custos de operação e o regime excecional de mora das rendas, que permite diferir o pagamento destas mensalidades para 2021 e 2022”, refere a APCC em comunicado, sublinhando que a associação passou a ser o agente económico que “mais apoiou o setor do retalho no contexto da pandemia”, em Portugal.

Para o presidente da APCC, António Sampaio de Mattos, citado em comunicado, estas medidas são resultado de “uma postura de diálogo e cooperação entre os centros comerciais e os seus lojistas, assumida desde a primeira hora”.

Estas medidas, prossegue, demonstram “a capacidade do setor de trabalhar em conjunto para encontrar soluções equilibradas, que assegurem a sustentabilidade de todas as partes”.

“Tal como na crise económica de 2010-2012, sabemos como fazer face a estes desafios assegurando a viabilidade do setor do retalho e de toda a sua cadeia de valor, que emprega mais de 100 mil pessoas de forma direta e 200 mil de forma indireta”, realçou o responsável.

A APCC representa 93 conjuntos comerciais, que integram 8.600 lojas e mais de 90% da área bruta locável total existente no país.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 418 mil mortos e infetou mais de 7,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.504 pessoas das 35.910 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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