Este valor, definido pelas autoridades europeias, foi hoje anunciado na apresentação de resultados do banco público do primeiro semestre (aumento do lucro em 46% para 282,5 milhões de euros) e tem que ver com dívida subordinada que os bancos europeus com importância sistémica são obrigados a emitir para fazer face a eventuais resoluções.

“É perfeitamente acomodável” fazer essas emissões, disse hoje Paulo Macedo.

Já em resposta aos jornalistas, Macedo considerou que essas emissões significarão um custo para a CGD.

Também o administrador financeiro, José de Brito, disse que a CGD “facilmente cumprirá” essa exigência, mas considerou que o banco irá estar a “emitir dívida que objetivamente não precisa para a atividade comercial”.

Essa operação, disse, irá pressionar a margem financeira e "irá acrescer ao excesso de liquidez que a CGD já tem”.

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