“No conjunto do ano de 2021 (dados preliminares), os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 14,5 milhões de hóspedes e 37,5 milhões de dormidas, que se traduziram em aumentos de 39,4% e 45,2% (-61,6% e -63,2% em 2020, respetivamente)”, referiu o Instituto Nacional de Estatística (INE).

No entanto, comparando com o mesmo período de 2019, os hóspedes decresceram 46,4% e as dormidas diminuíram 46,6% (-10,9% nos residentes e -62,0% nos não residentes).

Em 2021, todas as regiões registaram descidas nas dormidas, face a 2019, sobretudo devido às reduções dos não residentes, tendo-se, contudo, registado crescimentos nas dormidas de residentes na Madeira (+19,2%) e no Algarve (+5,1%).

O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor em 2021, representando 16,6% das dormidas de não residentes, e aumentou 54,6% face ao ano anterior, seguindo-se os mercados espanhol (quota de 14,3%), alemão (11,9%) e francês (11,8%).

Numa análise ao mês de dezembro de 2021, o setor do alojamento turístico registou 1,1 milhões de hóspedes e 2,6 milhões de dormidas, o que corresponde a aumentos de 150% e 170,4%, respetivamente (+265,0% e +287,2% em novembro, pela mesma ordem).

Os valores atingidos no último mês do ano foram, porém, inferiores aos registados no mesmo mês de 2019, com reduções de 28,9% nos hóspedes e 26,7% nas dormidas.

Naquele mês, o mercado interno contribuiu com 1,1 milhões de dormidas (+92,6%) e os mercados externos totalizaram 1,5 milhões (+292,5%).

Comparativamente a dezembro de 2019, registaram-se diminuições quer nas dormidas de residentes (-12,2%), quer nas de não residentes (-34,9%).

No último mês de 2021, 36% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (34,8% em novembro).

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