“Realmente não espero que os Estados Unidos entrem em recessão”, afirmou Yellen, numa conferência de imprensa que antecedeu a reunião dos ministros das Finanças do G7 na Alemanha.

“Creio que a Europa talvez esteja um pouco mais vulnerável do que os Estados Unidos e mais exposta em matéria de energia”, acrescentou.

Yellen sublinhou, no entanto, que “o ambiente atual comporta riscos, tanto no que diz respeito à inflação como a potenciais desacelerações económicas”.

Mas “temos atualmente um grande impulso na recuperação económica” nomeadamente “uma taxa de desemprego extremamente baixa”, apontou.

A economia norte-americana registou um crescimento sólido após a pandemia de covid-19, o que em parte se deve aos pacotes de ajuda federal aprovados.

Mas, nos últimos meses, a inflação e as perturbações nas cadeias mundiais de abastecimento, causadas pela guerra na Ucrânia e pelas restrições para conter a covid-19 na China, travaram esse elã.

No primeiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos recuou 1,4%, mas os responsáveis norte-americanos afastam a hipótese de recessão técnica, ou seja, dois trimestres consecutivos em baixa.

No final de abril, o Presidente norte-americano, Joe Biden, disse não estar preocupado com o risco de recessão.

Na Europa, os receios são mais significativos, dada a dependência da energia fornecida pela Rússia, que os Estados-membros tentam agora reduzir.

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